VIOLINOS

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Uso cordas WARCHAL

OLÁ SOU JOÃO PAULO SOUSA CHICÓRIA TENHO 38 ANOS E SOU VIOLINISTA.
Descendo de uma família inteiramente dedicada à musica, meu Bisavô Joaquim Chicória era maestro e compositor, autor de melodias tais como: Hino de Felgueiras, Murmúrios de Vizela, As duas loucas, o Rapaz e No jardim,Ó Zeca, Ave Negra, Abandonado todas inscritas na sociedade Portuguesa de autores e algumas das quais incluídas no último disco Melodias de Vizela e no CD CHICORIA este ultimo lançado no passado dia 21 de Janeiro de 2007 Pela Sociedade Filarmonica Vizelense.

Meu avô Francisco Chicória também era maestro, tendo também ocupado o lugar na banda do exército por longos anos. Foi com o meu avô que comecei a dar os meus primeiros passos no mundo da musica.

Aos 19 anos comecei a estudar guitarra clássica na Muzicart com o professor Paulo Gomes, aos 21 comecei a estudar Violino, tendo efectuado alguns cursos de aperfeiçoamento musical na MELOTECA e por exemplo com o professor Sergey Kravchenko,e Keiko Wataya toco repertório clássico e popular, neste momento integro um grupo que se dedica a tocar e procurar música popular Portuguesa.
Dou aulas de educação musical em Penafiel e de Violino na Maia e em Ermesinde.
Pretendo com esta página divulgar este instrumento (VIOLINO) bem como fazer lembrar o Maestro e compositor Vizelense JOAQUIM DA COSTA CHICÓRIA

Biografia de JOAQUIM DA COSTA CHICÓRIA

Resumir em duas páginas o que já consta num projecto de ensaio biográfico do compositor Joaquim Chicória será um pouco difícil do muito que já nele consta do valor deste VIZELENSE que a música imortalizou mas que a nossa Terra, de certo modo, se não desprezou, pelo menos esqueceu.

Para o que há escrito ouviram-se bastantes pessoas que ainda em vida do compositor com ele tiveram uma aproximação de alguma continuidade, entre os quais uma nora, uma neta, alguns sobrinhos-netos, elementos da que foi conhecida por “banda velha”, banda dos Chicórias e banda dos bombeiros e também elementos da actual

Sociedade Filarmónica Vizelense.
Percorreram-se quilómetros; tiraram-se fotografias; visitaram-se locais, ouviram-se pessoas, pesquisaram-se arquivos, escreveram-se centenas de folhas de papel. Se ainda é pouco, é já, contudo, uma riqueza recuperada e que agora jamais se perderá; e por ela, mais um meio de se fazer Justiça à memória do compositor.
Pode ser até que através da colaboração de outros familiares nesta sessão presentes, se consiga enriquecer todo o trabalho de pesquisa já feito. Para esses, aqui fica o convite.
Segundo o registo de baptismo na igreja de S. João das Caldas o compositor Joaquim Chicória nasceu em 11 de Janeiro de 1874 no lugar da Ponte Nova. Filho de pai alfaiate e mãe costureira a sua vida profissional iria ser condicionada à de alfaiate como os irmãos.
No entanto, na sua sensibilidade e vocação, um apelo forte o chamava para outros voos que só não foram mais longe porque nasceu na terra errada. A arte dos sons dominava-o e abria-lhe mundos de melodias que ele deixou registados em magistrais obras.

Na sua atribulada vida profissional, ele só via música; e as agulhas e alinhavos eram coisa para os irmãos que não poucas vezes lhe atiravam pelo ar o ferro de brunir e o ameaçavam de pancadaria. E por isso nasceu a composição de “os bandidos” numa ironia cáustica aos irmãos mas logo mudada para “ver, ouvir e calar” quando eles descobriram que “ os bandidos” eram eles.
Casou aos 22 anos e do casamento nasceram 20 filhos dos quais se vingaram apenas nove.

A nível de ambiente familiar, o acolhimento nunca foi por aí além. A tal ponto que ele, parece que já viúvo do primeira mulher, compôs a peça “ o abandonado”. E saiu de Vizela, andando por Lousada, Paredes, Freamunde, Penafiel, Felgueiras, Bragança, deixando músicas por onde passava.

De uma criatividade muito fecunda, tudo lhe servia de mote de inspiração. No entanto, foi na Lameira, no rio Vizela e no parque, e no Jardim, que encontrou a inspiração mais feliz da qual saíram belíssimas peças, algumas de muito difícil execução.

Na Praça da República brotaram-lhe de modo especial as marchas e as rapsódias. Numa e noutra expressão, sempre que havia “combates” a banda do Chicória era o terror das concorrentes. Intitularam-no de “ o rei das marchas”.
Inspirado no jardim, nasceu a peça assim mesmo intitulada – “ No Jardim” - que a Sociedade Filarmónica toca. Inspirado no parque e no rio, nasceu a peça belíssima e de difícil execução “ os murmúrios de Vizela”.

A sua vida familiar foi de muita privação e de sofrimento onde a morte de tantos filhos e a doença da mulher lhe terão condicionado as composições alegres. Por isso, da sua música, brota a nostalgia, a saudade, até resquícios de dor.

Segundo o maestro Ribeiro da Silva e o Costa Vieira, as suas músicas eram inconfundíveis e únicas. Tanto um como outro, são categóricos em afirmar que, mesmo ouvindo-se ao longe, logo os conhecidos diziam: são músicas do compositor Chicória. Nelas, e segundo Ribeiro da Silva, havia a particularidade do recurso aos bemóis os quais dão às músicas uma tonalidade suave, doce, ao contrário da agressividade dos sustenidos. Quase sempre, nos cinco, seis bemóis.
Desta sua sensibilidade surgiram peças sacras. Das dezanove conhecidas, uma missa que foi um sucesso e cantada em Singeverga; um ave-verum que, parece, chegou a ser cantado em S. Miguel; Glória ao Altíssimo, ”Janua Coeli” e “Jesus de Nazaré”. Neste contexto, ainda ordinários e a célebre marcha fúnebre “Descanse em paz”, que ainda hoje se toca.

Um seu amigo, numa festa de aniversário, disse isto do compositor Chicória, comparando-o a Beethoven Schubert e Grieg, Hayden : Chicória vive simplesmente, esquecido dos Vizelenses…Nas suas magníficas obras, existe sempre uma acentuada inclinação para os tons menores, parecendo adivinhar-se, será até o justo termo, em cada compasso um grito doloroso de um grande e longínquo amor perdido ou a mágoa sentida e reconhecida da ingratidão dos seus conterrâneos.
Não obstante, a sua inspiração também deu para a composição de “as duas loucas” numa alusão irónica e de alguma saudade e amizade profunda, a duas irmãs espanholas , hóspedes do Hotel Vizelense e que por ele se haviam apaixonado parece que mesmo até à loucura.

Depois de uma vida atribulada e incompreendida; depois de tanta composição feita e alguma tocada na Rússia, no Brasil; na Alemanha; em Espanha ; na Inglaterra e até segundo outros na América do Norte, de novo em Vizela, às 10.00H DE 22 DE Março de 1951, aos 75 anos, falecia este magistral compositor. Desconhecido. Ignorado.

Com Vizela alheia ao inestimável valor que perdia. Sepultado no dia seguinte, no cemitério de S. Miguel onde já nem a sua campa existe, a banda velha, no acompanhamento , tocou a marcha fúnebre “descanse em paz”. Quando o corpo descia à terra, foi dos músicos tal a emoção que a banda “caiu”, isto é, não se aguentou a tocar a marcha fúnebre. E só um deles, o célebre Tião , com as lágrimas a correrem-lhe pelo rosto abaixo, se aguentou firme, tocando o seu saxofone.

Da sua morte, publicou o Notícias de Guimarães no dia 1 de Abril de 1951, uma tocante elegia de que respigamos:” o compositor partiu mas a sua obra ficou para nunca mais morrer…Verdadeiro revolucionário da música profana, mas não esquecendo os sons sacros, ele foi grande nas rapsódias que sempre foram o terror dos grandes combates das bandas desta região; ele, o simples, o só, o pobrezinho de meios mas rico de cérebro, de talento grande, vivia o seu sonho escrevendo sempre, com a inclinação menor, triste, dolorosamente triste”. Nesta elegia o autor da mesma, já então questionava : “ não será da maior justiça dar o seu nome a uma rua da vila a fim de que seja sempre presente entre nós como no fundo da arte está?

Na referida festa de aniversário, uns dois anos antes da morte do compositor, o então orador afirmou ainda : “mas não é a nós que nos compete fazer uma biografia de tão grande artista. Esse trabalho será um dia escrito.

Minhas senhoras e meus senhores: à memória deste compositor gigante, que deixou mais de 600 obras, apenas a placa em 10 de Maio de 1953 na casa onde faleceu por iniciativa da Direcção de então dos Bombeiros de Vizela. E o seu nome dado a uma rua, só em 1998 isso aconteceu, isto é 47 anos depois da sua morte.

Hoje e agora, e aqui, 56 anos depois , esta homenagem com o lançamento de um CD , de composições suas.

Quanto à biografia, como referi no começo desta minha intervenção, ela está em curso e será a última etapa que falta concretizar para se fazer Justiça completa a este insigne compositor. Começada e adiantada, está a sua biografia. Falta agora quem dê ainda mais alguns elementos eventualmente ainda não conhecidos; e, depois, quem dê apoio financeiro para que este projecto venha a tomar a forma de livro.
Muito há que dizer deste HOMEM que também foi maestro, coralista e exímio tocador de piano, violino e sobretudo trompete. Fica, porém, esta síntese para que em vocês, caros presentes, fique não a fadiga de uma longa intervenção, mas o desejo de mais se conhecer a respeito deste Génio musical Vizelense.

Nota: Esta Biografia foi escrita e gentilmente cedida pelo Senhor Pedro Marques

Outros links: www.esquinadamusica.mus.br

www.atelierlabussiere.com

www.groups.yahoo.com/group/meuviolino

http://www.filarmonicavizelense.com/

http://www.warchal.com/

http://www.meloteca.com/index.htm

http://www.peterferreira.com/home.html

Contacto: paulochicoria@sapo.pt



História do Violino

Instrumento de arco, com quatro cordas, o menor (e o de som mais agudo) dos membros da família do violino.
Tem uma extensão de quatro oitavas, e suas cordas são afinadas em intervalos de quinta, sendo a mais grave afinada pelo sol abaixo do dó central (isto é, sol-ré-lá-mi). Os primeiros violinos foram feitos na Itália em meados do século XVI (1700), evoluindo de antecessores como arebec, a vielle e a lira da braccio.

A arte de fabricar violinos de primeira classe foi, por 200 anos, apanágio de três famílias de Cremona - os Amati, Guarnen e Stradivari (de que a latinização deu Stradivarius). Embora o violino propriamente dito tenha-se mantido inalterado por 400 anos (excetuando-se a utilização de cordas mais finas e de um cavalete mais alto no século XIX), a forma atual do arco só se consolidou no século XIX(1800). Originalmente convexo em relação ao violino, o arco é agora côncavo. O violino tem longa história na execução da música folclórica, que vem desde seus antecessores (como avielle). Durante o século XVII, substituiu a viola soprano na música de câmara, e tornou-se o fundamento da orquestra. Na orquestra moderna, os violinos estão divididos em duas seções - primeiros e segundos violinos -, as quais se distinguem, em cena medida, pelo fato de os primeiros tocarem as partes mais agudas e os segundos, as mais graves. O repertório de música escrita para o violino é enorme, e cresceu ainda mais depois que Paganini revelou todas as suas possibilidades virtuosísticas. Incluí concertos de Bach, Vivaldi, Beethoven, Brahms, Tchaikovsky, Mendelssohn, Bruch, Berg e Paganini As partes de um instrumento moderno Voluta, cravelhal, tampo, cordas, ouvidos ou fs, cavalete, estandarte, microafinador, apoio do queixo(quexeira), botão Família do Violino Família de instrumentos de arco, de quatro cordas e não trasteados, que incluí o próprio violino, a viola, o violoncelo e o contrabaixo. Existe alguma confusão em torno da evolução dessa família, especialmente a respeito da extensão em que ocorreram cruzamentos com a viola da gamba (ver viola, família da).

Os mais antigos instrumentos desse tipo foram as vielles e rebecs usadas pelos trovadores medievais para acompanhar o canto e a dança. A lira da braccio desenvolveu-se a partir desses instrumentos em fins do século XV (1600), surgindo o próprio violino já em meados do século XVI (1700). Os membros dessa família tem, caracteristicamente, ombros redondos, quatro cordas, as aberturas no tampo harmônico em forma de ff, e não possuem trastes (em comparação com suas primas, as violas, que tem ombros descaídos, seis ou sete cordas, aberturas no tampo harmônico em forma de C e braços trasteados).

Pedro Ferreira

Considerado como um dos proeminentes violinistas portugueses, Pedro Ferreira tem vindo rapidamente a ser reconhecido pelo mundo como um virtuoso de nível internacional da sua geração. Além de aclamados recitais em grandes salas de espectáculo pelos Estados Unidos e Europa - Pedro Ferreira tem-se apresentado também pelas comunidades Portuguesas sendo um embaixador da música e da cultura Portuguesa.

Como solista, Pedro Ferreira tem actuado com varias Orquestras e outros agrupamentos de relevo tais como o Duo Amadis e o Dresden String Quartet, e vários artistas como Paulo Soares e a pianista Isadora Pastragus que o aconpanha nos seus recitais.

Nasceu a 13 de Março de 1970. Natural de Coimbra, Portugal, iniciou o estudo do violino com 6 anos com o professor Dário Peixoto, no Conservatório de Coimbra onde deu o seu primeiro concerto aos 8 anos de idade, prosseguindo os seus estudos nos Estados Unidos da America onde frequentou como executante cursos de aperfeiçoamento com os professores Joel Pitchon, Mara Milkis, Isaac Stern, Erick Friedman, James Graseck, Joey Corpus e master classes com Pinchas Zukerman.
Pedro Ferreira é dono e grava para a Æminium Records.

No âmbito de um projecto ainda em curso, gravou já as séries completas das Sonatas para violino de Beethoven, em conjunto com As Quatro Estações de Vivaldi e muitos outros trabalhos como arranjos seus de musica de compositores Portugueses que transcreve para o violino com acompanhamento de piano ou orquestra.




Hilary Hahn
Violino

Com 22 anos de idade, a violinista americana Hilary Hahn afirmou-se já como um dos artistas mais completos e empolgantes do circuito internacional de concertos.

Na temporada de 2000-2001, Hilary Hahhn completou uma digressão nos Estados Unidos da América, com a Orquestra do Real Concertgebouw; tocou em recital na América do Norte, na Europa e no Japão; interpretou o Concerto de Brahms com várias orquestras asiáticas e gravou os Concertos de Chostakovitch e Mendelssohn para a Sony Classical. As suas apresentações nos Estados Unidos incluíram novas colaborações com a Orquestra Filarmónica de Los Angeles e com a Sinfónica de Dallas e estreias com as Orquestras Sinfónicas de Boulder, do Novo México, e de San Diego. Na Europa, Hilary Hahn regressou a Viena, como solista, com a Orquestra da Rádio da Baviera e apresentou-se pela primeira vez com as Orquestras de Bordéus, Gotemburgo, Estugarda e de Santa Cecília (Roma).

Hilary Hahn grava em exclusivo para a Sony Classical. O seu primeiro CD, preenchido com as Sonata e Partitas para Violino solo de J. S. Bach, foi distinguido com o Diapason d'Or (1997) e permaneceu várias semanas como o mais vendido na tabela Billboard para a música clássica. A sua segunda gravação - Concerto para Violino de Beethoven e Serenade de Bernstein - foi nomeada para um Grammy e recebeu também o Diapason d'Or, para além do prémio Echo Klassik (1999) e da nomeação para ''CD do Mês'' na Revista Gramophone. A sua terceira gravação, que combina os Concertos de Samuel Barber (1939) e de Edgar Meyer (1999), recebeu o Deutsch Schallplattenpreis (Março de 2000) e o Prémio Midem (Cannes) 2001. A sua mais recente gravação junta os Concertos de Brahms e Stravinsky.

Admitida no Curtis Institute de Filadélfia em 1990, aos dez anos de idade, Hilary Hahn fez a sua estreia com orquestra ano e meio mais tarde, com a Sinfónica de Baltimore. A estreia com a Orquestra de Filadélfia, em 1993, foi seguida por convites para tocar com a Orquestra de Cleveland, a Filarmónica de Nova Iorque e a Sinfónica de Pittsburgh. Em Março de 1995 estreou-se na Alemanha, interpretando o Concerto de Beethoven, com Lorin Maazel e a Orquestra da Rádio da Baviera, num concerto transmitido pela rádio e pela televisão para toda a Europa. Dois meses mais tarde, recebeu a bolsa Avery Fischer. Em 1996 completou os requisitos para o grau de bacharel no Curtis Institute, assinou um contracto de exclusividade com a Sony Classical e fez a sua estreia no Carnegie Hall, com a Orquestra de Filadélfia. Cinco anos mais tarde, em Julho de 2001, foi nomeada ''America's Best Classical Musician'' pela revista Time.

Para além do seu trabalho a solo, Hilary Hahn demonstra também um grande interesse pela música de câmara, tendo dado recitais no Skaneateles Chamber Music Festival, todos os verões desde 1992. Entre 1995 e 2000 passou quatro verões a estudar e a interpretar música de câmara no Festival Marlboro, em Vermont. Desde 1996 é membro da Chamber Music Society of Lincoln Center, apresentando-se regularmente como artista convidada.

Hilary Hahn nasceu em Lexington, Virginia, mas passou a viver em Baltimore a partir dos três anos. Começou a tocar violino aos quatro anos no programa infantil do Conservatório de Peabody. Dos cinco aos dez anos estudou em Baltimore com Klara Berkovich, uma professora natural de Odessa que ensinou durante 25 anos na Escola de Leninegrado para Sobredotados. Dos 10 aos 17 anos, estudou no Curtis Institute com Jascha Brodsky - aluno do grande violinista belga Eugéne Ysaÿe - trabalhando com ele até 1989, data da sua morte. Depois de completar a sua graduação, aos 16 anos, pelo Curtis Institute, Hilary Hahn permaneceu mais alguns anos nesta instituição, frequentando alguns cursos adicionais de línguas e literatura, ensaiando regularmente com Jaime Laredo e estudando música de câmara com Felix Galimir e Gary Graffman. Em Maio de 1999, com 19 anos de idade, Hilary Hahn diplomou-se pelo Curtis Institute com o grau de bacharel em música.

Joshua Bell

Joshua Bell is a young American violinist. Born in 1967 in Bloomington, Indiana, he received his first violin when he was 5 year-old, but he was seriously committed to the instrument by age 12, when he had the privilege to meet Josef Gingold, the renowned violinist and pedagogue who became his beloved teacher and mentor. He was just 14 when he came to national attention, winning the Seventeen Magazine / General Motors Competition and making his orchestral debut as soloist with Riccardo Muti and the Philadelphia Orchestra. Soon after, he debuted at Carnegie Hall, won the Avery Fisher Career Grant and made his first recordings.



POETRY IN MUSIC
Although his career began when he was barely a teenager, Joshua has successfully bridged the gap from child prodigy to inspired and mateure artisti, becoming one of the most promising violonists of his generation. His poetic musicality has earned him a reputation not only as a dynamic performer, but also as a dedicated and thoughtful musician.



CONCERTS
Joshua performs with the world's leading simphony orchestras and with such directors as von Dohnányi, Dorati, Dutoit, Gardiner, Levine, Muti, Ozawa, Salonen... With concerto appearances, solo recitals and chamber music performances, he gives one hundred concerts each seasons worldwide. Besides, Joshua organizes an annual winter chamber music festival at London's Wigmore Hall; his friends and collegues are Pamela Frank, Steven Isserlis, Olli Mustonen and JeanYves Thibaudet. Besides classical and romantic repertoire, he enjoys exploring the works of living composers; some of them were written and dedicated to him by Corigiano (Fantasy), Maw (Violin Concerto) and Kernis (Aria for violin and piano).


COMPOSER AND TEACHER
Joshua is one of the few instrumentists who compose their own cadenzas for the major violin concertos; his cadenzas for the Brahms, Beethoven and Mozart violin concertos have received consistent praise from conductors and critics alike. Besides, he has also accepted the position of Visiting Professor at the Royal academy of Music from the start of the 1997-98 season.



NOT ONLY MUSIC
Joshua has been featured on many American TV shows and by many American magazines and newspapers. He is one of the first classical musicians to be the focus of a music video and the subject of a BBC documentary film. Joshua resides in New York and his other interests include basketball, tennis, baseball, golf, chess and computer. He plays an Antonio Stradivari violin dated 1732, known as the "Tom Taylor".

FannyCLAMAGIRAND violinist

Fanny CLAMAGIRAND, born in Paris on April 12, 1984, started playing the violin at the age of seven. Two years later, already, she showed on stage a musical expression stamped with an unusual maturity.

Fanny has this rare ability to " shape the melodic lines in an infinite limpidity of sound and clarity of the execution into all details", Die Rheinlandpfalz .

Her elegance, the brightness of her playing, her interpretations involving sensitivity and authority received many times the critics' praise.

She studied with Larissa Kolos for eight years, before joining in 2000, when she was sixteen, the Postgraduate course at the Paris Conservatoire (CNSMDP) in the class of Jean-Jacques Kantorow . In 2003, she went on to study with I. Rashkovsky at London's Royal College of Music, where she was awarded her "Artist's Diploma" (2004). She is currently being coached by P.Vernikov

At the same time, Fanny has attended many master-classes, given by Ida Haendel, Zakhar Bron, Natalia Gutman, Michèle Auclair, Donald Weilerstein, Shlomo Mintz, Boris Kushnir and others.

Acclaimed as the "Adami Classical Revelation 2006", Fanny Clamagirand has also won numerous prizes at international competitions. In 2005, she won the First Prize at the International Fritz Kreisler Competition in Vienna. She became a semi-finalist at the International Queen Elisabeth Competition in Brussels and got the Second Prize at the International Yfrah Neaman Competition in Mainz (Germany). In 2004, she received the Second Prize, as well as a Special Prize at the Haverhill Sinfonia Soloist Competition and the prestigious Emily Anderson Prize from the Royal Philharmonic Society (London). In 2000, she won the Special Prize at the Yehudi Menuhin International Competition (England). Previously, she became a prize winner at the 7th International Wieniawski Competition (Poland 1997), a finalist at the Eighth Eurovision Competition for young musicians (Portugal 1996), won the first prize at the Louis Spohr International Competition (Weimar 1995) where she received a special prize from Radio Frankfurt and was invited to give a recital in Frankfurt, and she got first prize at the Lutèce International Competition (Paris 1995).

Fanny has been performing as a soloist in concerts in Paris throughout France and abroad from the age of nine. She has taken part in numerous festivals including Montpellier Radio France Festival, International Colmar Festival, Marschner Festival (Germany), "Spring of Minsk" (Bielorussia), Bowdoin International Music Festival (USA), Verbier Academy (Switzerland), Cheltenham Music Festival (England), "Young Virtuosi" (Tunisia). and has performed in prestigious international venues such as Academia Santa Cecilia in Roma, Teatro Grande in Brescia, Wigmore Hall and Royal Festival Hall in London, Théâtre Mogador, Hôtel des Invalides, UNESCO and Salle Cortot in Paris, Victoria Hall in Geneva, Opera House in Tel-Aviv, Konzerthaus in Vienna.

Fanny has also played as a soloist with many orchestras incuding both Symphony and Philharmonic Orchestras of Minsk, Weimar Symphony Orchestra, Portuguese Radio Symphony Orchestra, Symphony Orchestra and Sinfonietta of the London RCM, Chamber Orchestra of Mainz, Royal Chamber Orchestra of Wallonia, Vienna Symphonic Orchestra, Philharmonic Orchestra of Radio France, Wiener KammerOrchester. She was invited by the Jerusalem Symphony Orchestra to play both Violin Concerto and Double Concerto by Brahms with the cellist Pieter Wiespelwey and has been touring with the Orchestra del Teatro La Fenice. Future engagements are scheduled with the Israel Chamber Orchestra, Ensemble Orchestral de Paris, Wiener Philharmoniker, Salzburg's Mozarteum Orchestra.

Fanny has appeared on French Television and made various radio broadcasts throughout Europe.

She is laureate of the Cziffra Foundation, scholar of the Natexis Banque Populaire Foundation (Paris) and award winner of several English Foundations.

In 2005/2006, Fanny has been chosen by "Cultures France" for the "Déclic" promotional CD series, in cooperation with Radio France. In 2007, she will record a complete version of Ysaye's violin Solo Sonatas for Nascor-Harmonia Mundi, to be released in September.






JOÃO PAULO CHICÓRIA TOCA NUM VIOLINO DE JEAN - YVES MATTER

Warchal strings

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